A arte eletrônica como nova alternativa para investimentos em cultura

Através das leis de incentivo à cultura, inúmeras empresas têm investido seus recursos no patrocíonio de uma modalidade nova de expressão: a arte eletrônica, ou ciber-arte. O Itaú mantém desde 2002 uma série de ações de incentivo associadas à arte e tecnologia, como o  programa Rumos da Arte Cibernética, que financia desde pesquisas ao desenvolvimento de projetos artísticos ligados ao meio eletrônico. A Natura, pelo Natura Musical, a partir de 2014, também irá apoiar projetos que sejam inteiramente produzidos por meio digital. Já os correios, pelo quinto ano consecutivo promove o Continuum – Festival de Arte e Tecnologia do Recife, que reúne projeto de diversas linguagens dentro desse estilo de arte.

Mas afinal, o que é arte eletrônica?

Originada na década de 70, essa expressão artística se utiliza das novas tecnologias da informática e das redes de comunicação para criar uma linguagem não linear, interativa, onde autor e público se confundem.

Criadas através da lógica binaria da informática, essas obras não são a representação de um modelo real do mundo, são uma simulação dele.  Imagens virtuais que dispensam o contato com o objeto original , como nos media analógicos – vídeo, fotografia.

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